domingo, 26 de junho de 2011

PREMISSA (Do livro "Teoria Sistêmica Ecológica de Enfermagem" - 2a. Edição)


PREMISSA

                                                                      Rosalda Paim

                     Vivemos em uma época em que ocorre uma verdadeira explosão ou avanços em todos os ramos do conhecimento. Daí surge a necessidade de conhecimento especializado, de vez que todo campo de estudo torna-se, dia a dia, mais complexo. Isto tem óbvias vantagens. Entretanto, isto torna a cultura de cada indivíduo, dia a dia, mais parcializante, conduzindo-o a uma percepção casuística da realidade e, comprometendo sua visão gestaltista, sistêmica, holística, global ou de conjunto. 

                     A abordagem do homem não constitui exceção, focalizado como objeto do conhecimento. Disseca-se, cada vez mais, sua estrutura anatômica, se desenvolve estudos histológicos, a sua fisiologia geral e específica (físico-química), incluindo a muscular, cardiovascular, respiratória, renal, neuro-hormonal e outras, atingindo níveis moleculares e iônicos. Investiga-se sua estrutura genética, o equilíbrio hidro-eletrolítico, ácido-básico, enfim, os seus níveis homeostáticos e, seu passado evolutivo. 

                    A necessidade de especialização vem conduzindo os ultra-especialistas a uma estrutura de conhecimento fragmentário que dificulta e distorce a percepção da realidade. 

                   Esta visão é, entretanto, compatível com o paradigma cartesiano-newtoniano, analítico, mecanicista e reducionista que norteou o desenvolvimento científico-tecnológico, inclusive a evolução da medicina e da enfermagem até os nossos dias. 

                  A enfermagem, no Brasil, embora tenha surgido no contexto da saúde pública, teve o seu desenvolvimento no âmbito da medicina, adotando desde logo o seu paradigma. 

                  Este consórcio permitiu, sem dúvida, o seu crescimento até determinado patamar, mas daí em diante, passou a constituir, até mesmo, um entrave, impedindo o crescimento da enfermagem e sua diferenciação como ramo autônomo do saber. 

                 Na verdade, o modelo médico se cristalizou consoante a visão mecanicista, cartesiano-newtoniana da realidade e, portanto fragmentária e parcializante. 

                 Como "divindade" tutelar a medicina, preferiu Panacéia a Higéia, centrando seus estudos nas especialidades médicas e na patologia, relegando a plano secundário os conhecimentos globais e a abordagem de natureza profilática. 

                 Esta perspectiva mecanicista, analítica, fragmentária, newtoniana-cartesiana e patológica, direcionou a medicina para os rumos das especializações e ultra-especializações, focalizada nos órgãos e na doença e, não no organismo e na saúde, centrada no trabalho pessoal e no paciente individual, voltada para a utilização de equipamentos, cada vez mais sofisticados, centrada na medicalização e mercantilização, relegando a plano secundário os contextos social e ambiental. 

                 Assim, os mesmos paradigmas que nortearam o avanço científico e tecnológico e o progresso da medicina, durante vários séculos, tendo atingido o ápice do ramo ascendente de sua trajetória, chegando ao seu apogeu e, agora, entrou na fase de declínio, estando prestes a se exaurir, por isto, precisam ser reciclados ou substituídos. 

                 Em conseqüência de uma nova cosmovisão, imposta pela física moderna, expressa pela teoria da relatividade (Einstein), pela teoria quântica (Max Planck), pelo do princípio da incerteza (Heisenberger e outros), acrescida de uma visão orgânica da realidade, oriunda dos avanços da biologia e da ecologia, tornando-se necessários que sejam efetuados profundos reajustes da perspectiva cartesiano-newtoniana. 

               O conhecimento médico e o modelo da medicina estão muito cristalizados e quase imunes ao processo de mudanças, mormente quando se necessita de uma verdadeira revolução no Setor de Saúde.

               O modelo biomédico vigente não serve mais, nem para a própria medicina, que busca incessantemente novos caminhos, novas alternativas, passíveis de reverter o quadro atual e retirá-la do impasse em que se encontra, pois desenvolveu uma prática assistencial de saúde, considerada pela maioria dos estudiosos do tema, como iníqua, ultrapassada e, mesmo, perversa. 

               Se já obsoleto para a medicina, tal modelo não pode continuar balizando o roteiro da enfermagem, sobretudo nesta etapa de sua evolução. Para se alçar à condição de ciência, a enfermagem precisa provocar uma ruptura com o paradigma newtoniano-cartesiano, buscar novos caminhos, inserindo-se na realidade do pensamento científico e das idéias sociais contemporâneas. 

               O “paradigma que propomos para a Enfermagem é expresso pela Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem”, desenvolvida a partir de 1967 e, constante de Tese de Livre Docência (Paim, 1974), designada então "Teoria Sistêmica de Enfermagem". 

              Esta teoria, em sua versão atual, está alicerçada em estudos teóricos e, em práticas e experiências profissionais, vivenciadas durante mais de meio século, em atividades de ensino, pesquisa e extensão (assistencial), utilizando o próprio modelo dos sistemas auto-oganizadores e auto-reguladores, como o dos seres vivos e dos ecossistemas naturais, portanto, mediante uma abordagem de natureza orgânica, não mecanicista, tendo sua base filosófica no Pensamento Sistêmico Ecológico Cibernético Informacional (Sistemismo Ecológico Cibernético Informacional), um construto, também de nossa autoria, de natureza multirreferencial e holística, elaborado com alicerce no Método Cientifico, na Física moderna, no Gestaltismo, no Sistemismo, na Cibernética, na Teoria de Informações, na Ecologia, na Fisiologia (Bioquímica e Biofísica), no Estruturalismo, no Funcionalismo, na Genética, na Teoria da Evolução, na Ciência da Administração, na Dialética, particularmente em uma Dialética dos Sistemas Vivos, além de fundamentado em outros ramos do saber, integrantes do pensamento científico contemporâneo, constituintes de uma nova cosmovisão que corresponde a aspectos de uma ruptura das fronteiras do conhecimento e interprete de uma linha de interdisciplinaridade e transdisciplinaridade que representa uma busca na direção da possível unidade da ciência. 

               Nesta nova visão (holística) do universo, da vida, do homem (sistema humano), do ambiente, da sociedade, da saúde e da enfermagem, em que se percebe a doença, apenas, como uma intercorrência ao longo do processo vida (existência) e a saúde como um estado de equilíbrio (homeostasia) da relação de trocas de matéria, energia e informações entre o sistema humano e o seu ecossistema, o enfermeiro exercerá, em toda a plenitude, sua prática social característica, desempenhando sua função e papeis profissionais no afã de “assistir” e "cuidar" do ser humano em sua integralidade e inserido em seu contexto ecológico, como se encontra estipulado nos Princípios das Ações Simultâneas e de Adequação do Ambiente, abrangendo todos os estágios do ciclo vital, incluindo o instante da morte, transcendendo-a para alcançar o período pós-morte imediato, expresso pelo Princípio da Extrapolação do Ciclo Vital. 

                  Estes princípios são integrantes da Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem, objeto desta publicação. Para balizar a trajetória da enfermagem, na época presente e nos dias futuros, faz-se necessária a adoção de um sistema referencial próprio, cuja focalização constitui o objetivo deste livro.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Missa no Rio de Janeiro lembra 7° ano sem Leonel Brizola

O 7° aniversário da morte de Leonel Brizola será lembrado nesta terça-feira, 21 de junho, às 11 horas da manhã, com missa no Rio de Janeiro na Igreja de São Benedito dos Homens Pretos, na rua Uruguaiana – esquina com rua do Rosário – no Centro da cidade - mandada celebrar pela direção estadual do PDT-RJ e o Ministro Carlos Lupi.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

PRINCÍPIOS ESPECÍFICOS DA TEORIA SISTÊMICA ECOLÓGICA CIBERNÉTICA DE ENFERMAGEM (Rosalda Paim)


TEORIA SISTÊMICA ECOLÓGICA DE ENFERMAGEM

            UMA VISÃO HOLÍSTICA DA ENFERMAGEM2ª Edição





                 1    -  Enfermagem Sistêmica           
                 2    -  Enfermagem Ecológica          
                 3    -  Enfermagem Cibernética       
                 4    -  Formação Generalística           
                 5    -  Papel Integrador                 
                 6    -  Delimitação Legal               
 7- Principio do Processo Saúde/Doença
 8 - Extrapolação do Ciclo Vital
                 9 - Enfermagem do Espaço Social     
               10  -  Humanização                      
               11  -  Holismo              
  12  -  Administração das Trocas
  13  - Transferência de Negentropia     
               14  -  Logístico                       
               15  -  Independência Nosológica      
               16  -  Utilidade Nosológica             
               17  -  Independentização da Assistência
               18  -  Assistência Continua            
               19  -  Interação e Sinergia             
               20  -  Ações Simultâneas                
               21  -  Adequação do Ambiente    
               22  -  Princípio da Priorização da Fisiologia
               23  -  Respostas às Necessidades      
               24  -  Proteção de Barreiras            
               25  -  Adaptação                   
26    -  Assistência Individualizada
27   -  Universalidade da Assistência  

                   Relacionamos acima os Princípios Específicos que, verdadeiramente,  constituem a Teoria Sistêmico Ecológica de Enfermagem, constante deste capítulo, enquanto abordaremos, no terceiro capítulo os Princípios Comuns (referentes às ciências de saúde e de enfermagem) e, no quarto capítulo passaremos a tratar dos Princípios Gerais (globais), relativos a variados campos do conhecimento científico e da tecnologia e que corresponde ao quadro de referência ou base filosófica para a construção da referida teoria.

(Nesta publicação foram omitidos os enunciados dos Princípíos acima enumerados, os quais serão objetos de outras postagens). 

Do Livro:

TEORIA SISTÊMICA ECOLÓGICA DE ENFERMAGEM

UMA VISÃO HOLÍSTICA DA ENFERMAGEM2ª Edição


2ª Edição





CEL
Informática
&
Editoração
organização:    Edson N. Paim
                               Cirurgião-Dentista, Médico
Marcos  A. de Oliveira    
                                               Técnico em Informática
                                               marcodin@bol.com.br    

                   Todos os direitos reservados aos autores
                                  copyright Ó by Rosalda C.N. Paim


                                               

domingo, 5 de junho de 2011

SISTEMISMO ECOLÓGICO CIBERNÉTICO (Edson Paim & Rosalda Paim)

EXTRAÍDO DO LIVRO

Sistemismo Ecológico Cibernético

Autores:

               Edson Paim 

                                   Rosalda Paim

Este livro trata de um paradigma de natureza abrangente, integrativa, holística - o Sistemismo Ecológico Cibernético - que corresponde ao Sistemismo ampliado, construído com alicerce em quatro pilares principais: Teoria Geral dos Sistemas, Cibernética, Teoria da Informação e Ecologia, constituindo-se, assim, uma metodologia de caráter multi-referencial. 

O primeiro capítulo trata do enfoque sistêmico ou Sistemismo, um quadro de referência, baseado na Teoria Geral dos Sistemas, de Lwidg von Bertalanffy. 

O segundo concerne à Visão Ecológica, aspecto que não deve ser negligenciado na abordagem de qualquer sistema, de natureza física, biológica, social ou tecnológica, pois todos eles inter-relacionam e interagem com o ambiente (ecossistema), através de contínuos intercâmbios de matéria, energia e informações entre ambos, afetando-se mutua e continuamente. 

O capítulo terceiro refere à abordagem sistêmica ecológica ou Sistemismo Ecológico, formado pelo acoplamento da Teoria Geral dos Sistemas e da Ecologia. O quarto capítulo aborda a perspectiva cibernética, fundamentada em um ramo do conhecimento, integrante da Teoria Geral dos Sistemas - a Cibernética - definida como a “ciência das comunicações, do comando e do controle, no homem, na máquina e na sociedade”. 

As virtuosidades da Cibernética são ampliadas, mediante a inclusão da Teoria da Informação, no seu bojo. 

O Capítulo quinto procura articular os conceitos Vida, Informação, Entropia e Negentropia e Sistemas Sociais, isto é, a entropia das organizações humanas. 

Entende-se a Entropia como uma tendência no sentido da desorganização e extinção dos sistemas, mas sobre a qual os seus podem exercer esforços no sentido oposto - ação negentrópica - com o fito de evitar sua desestruturação e finitude, objetivando alongar o seu período de existência ou até tentar perenizá-las. 

O sexto Capítulo trata da conjunção da Teoria Geral dos Sistemas, da Cibernética e da Teoria da Informação, ao que designamos Sistemismo Cibernético Informacional e que Morin refere como a “trindade profana”. 

A Cibernética dos Sistemas Vivos é enfocada no sétimo capítulo, referindo-se à existência de mecanismos de controle e de reajustes automáticos (“feedback”) nos organismos vivos e, o oitavo apresenta a Dialética dos Sistemas Vivos, porta de entrada para o nono - Dialética Cibernética, - contendo propostas dos autores, baseadas nos conflitos entre os sistemas e o seu ambiente (ecossistema) e, nos antagonismos existentes entre a entropia e seu par antagônico (dialético) - a negentropia - além de se fundamentar na oposição entre o calor e o frio, entre os processos de oxidação e redução, entre a saúde e a doença e, entre a vida e a morte. Entende-se a entropia como uma tendência universal, inexorável, para o resfriamento, nivelamento energético, para a mesmice, para a catamorfose, indiferenciação, incluindo a morte biológica ou física dos sistemas, enquanto que a negentropia (entropia negativa), representa uma contra corrente à lei geral da entropia. Guillaumaud, em seu livro que se intitula “Cibernética e Materialismo Dialético”, atesta o caráter dialético do mecanismo de retroação ou retroalimentação (“feedback”), um atributo universal dos seres vivos e um dos fundamentos da Cibernética, capaz de reforçar a nossa proposta de uma Dialética dos Sistemas Vivos e, de uma Dialética Cibernética. 

Os nove capítulos referidos, que se pretende estarem inter-relacionados, interligados, entrelaçados, integrados, como uma malha, uma rede, uma teia de idéias, fundamentos, conceitos e princípios, constituem o alicerce do Sistemismo Ecológico Cibernético - o Sistemismo ampliado - constantes dos capítulos X a XII. 

O capítulo seguinte - o décimo - Sistemismo Ecológico Cibernético e Sistemas Sociais refere a uma aplicação prática do paradigma sistêmico-ecológico-cibernético, abordando os sistemas sociais abertos, democráticos, cuja essência é a utilização de mecanismos de “feedback”, capazes de permitir o funcionamento equilibrado, harmônico, em toda a sua plenitude.

Este referencial possui um caráter abrangente, integrativo, holístico, elaborado segundo um paradigma que se inspira no modelo de organização dos seres vivos e dos ecossistemas naturais, sobretudo, na estrutura sistêmica do genoma humano e, no funcionamento cibernético do nosso cérebro, portanto, os atributos da consciência. 

Esta proposta dos autores, cujo objetivo inicial era servir de alicerce ou base filosófica para a Teoria Sistêmica Ecológica Cibernética de Enfermagem, elaborada por um de nós (Paim, Rosalda - 1974), em virtude da sua ampliação, resultou no Sistemismo Ecológico Cibernético, um referencial destinado a atender a propósitos mais amplos. 

  O paradigma sistêmico-ecológico-cibernético proposto é passível de aplicação a todo e qualquer sistema, seja de natureza física, biológica, social ou tecnológica, mercê destes possuírem, como denominador comum, os atributos universais dos sistemas, entre os quais:

1) - os sistemas são conjuntos de partes interligadas e inter-relacionadas, atuando conjuntamente, para a consecução de objetivo característico; 

2) - os sistemas estão inseridos no ambiente;

3) - a totalidade dos sistemas abertos efetua contínuas trocas com o seu ambiente imediato;

4) - Os intercâmbios entre cada sistema e o seu ambiente podem ser sintetizados como trocas contínuas e permanentes de matéria, energia e informações entre um e outro, afetando-se mutuamente, isto é, sofrendo, em conseqüência, influências recíprocas. 

Um determinado sistema, acrescido dos seus arredores, por sua vez, constitui outro sistema, de maior amplitude e, de natureza mista: o conjunto sistema-ambiente, que pode ser designado universo - com u minúsculo - para não confundir com Universo, o sistema cósmico. 

A Teoria Geral dos Sistemas e o Sistemismo Ecológico Cibernético podem ser aplicados tanto ao estudo de uma empresa, de automóvel ou do próprio ser humano, quanto de um município, de um estado, de um país, ou de qualquer um dos seus subsistemas, incluso o respectivo ambiente - também um sistema. 

O que os sistemas apresentam em comum é o fato de compartilharem de características como as de totalidade, abrangência, integralidade e inter-relacionamento entre suas partes integrantes e, de efetuarem intercâmbios de “matéria, energia e informações” com o ambiente. 

O fato de corresponderem a sistemas sintetiza os atributos comuns a todos eles, a menos que se o considere finito. 

O próprio planeta Terra e, mesmo o Universo inteiro, por constituírem sistemas, podem ser visualizados por este prisma, considerando-se, entretanto, que o Sistema Universal corresponde ao único sistema sem ambiente, pois não se pode conceber a existência de algo em seu redor.

Todos os direitos reservados aos autores
 
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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Jornais do Mundo Todo no Painel do Paim

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Quem sou eu

Minha foto
Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia dos Acidentes de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde. Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO). Presidete do Diretório Acadêmico da Faculdade Fluminense de Odontologia. Fundador do PDT, ao lado de Leonel Brizola, Darcy Ribeiro, Carlos Lupi, Wilson Fadul, Maria José Latgé, Eduardo Azeredo Costa, Alceu Colares, Trajano Ribeiro, Eduardo Chuy, Rosalda Paim e outros. Ex-Membro do Diretório Regional do PDT/RJ. Fundador do Movimento Verde do PDT/RJ. Foi Diretor-Geral do Departamento Geral de Higiene e Vigilância Sanitária, da Secretaria de Estado de Saúde e Higiene/RJ, durante todo o primeiro mandato do Governador Brizola.